quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Capas Interessantes: Almanaque do Cebolinha


Faz tempo que eu queria falar desse gibi. Hoje coloco apenas a capa, mas prometo, em breve, comentar (e mostrar) muito mais. Está fazendo muito calor aqui. Agora, na madrugada, ainda está um terror. Não gosto de tanto calor assim. Esse é o Almanaque do Cebolinha n° 7, publicado pela Abril em Dezembro de 1985 com o preço de capa em Cr$ 6.000,00 seis mil cruzeiros e já com 84 páginas, a quantidade que acabou se tornando padrão nos almanaques. Antes, não havia uma determinação fixada. Alguns já tiveram 100, e outros, 132. Quando mudaram para 84 páginas, meio que ficou estabelecido que a linha de almanaques seria assim. A MSP já passou pela Globo e agora está na Panini, e os almanaques seguem com as 84 páginas

As HQs que mais gosto são: Jornada do Cebolinha, Vankok, o Pintor, A Mônica Apanhou!, Cebolinha no Provador, Rádio Cebolinha e Fofocas Mil. Na verdade, tem muita HQ bem legal. Acabei destacando essas, mas tudo é uma questão de gosto, pois as outras também são bastante divertidas. Enfim, estou compartilhando a capa porque ela combina com esse calorão. Um abraço.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Selos Disney - Filatelia


Olha só que bacana! Selos com personagens mais queridos da Disney. Estes e outros podem ser encontrados neste site de filatelia. No Facebook, uma página intitulada Selos do Brasil vem divulgando o colecionismo, exibindo várias outras fotos de selos interessantes e os dados de contato a quem possa se interessar. 

Não sei até quando estas coisinhas tão bacanas ficarão disponíveis. Pra falar a verdade, nem sei se ainda estão lá, pois alguém pode muito bem já ter comprado todos. Acredito que vale a pena fazer uma visitinha e dar uma dar olhada no acervo disponível.


sábado, 19 de janeiro de 2019

Falando do Mega Disney


Mega Disney foi uma revista publicada pela Abril Jovem. Ela teve apenas dez edições. O n° 1 foi lançado em Março de 2013. O último, em Dezembro de 2015. Com oitocentas páginas de HQs e o preço que pouco variou ao longo dos anos (bons tempos onde os quadrinhos pouco aumentavam), ela mesclava grandes e pequenas aventuras ao preço baixo de vinte reais. Vamos e convenhamos: um grande achado em termos de custo-benefício, pois, atualmente, paga-se bem mais caro em edições com número de páginas bem inferior. 

Não se sabe, exatamente, o que levou a Abril Jovem a cancelar o título. Apesar das reclamações, havia público considerável. Acontece que os lançamentos já vinham sendo muitos, pois circulavam as mensais, Disney Big, Disney Jumbo, depois vieram os almanaques temáticos com trezentas páginas e, por fim, as edições de capa dura, conhecidas como encadernados de luxo, que estavam começando a surtir efeito com os títulos Dragon Lords, O Mistério dos Signos, Os 80 anos do Pato Donald, A Saga do Tio Patinhas etc.






Para se inteirar de todo o conteúdo dessas edições, consulte o INDUCKS: um portal que possui vasto material das publicações brasileiras da Disney. é no INDUCKS que, às vezes, obtenho algumas informações e até imagens (quando não coloco as do meu próprio exemplar) para minhas postagens. O INDUCKS é uma grande ferramenta de pesquisa dos quadrinhos Disney.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Falando da Milena e a sua família


Neste mês (Janeiro/2019), Milena finalmente foi apresentada de forma oficial nos gibis da turma da Mônica. Ela já vinha dando as caras em postagens da MSP, aqui e ali, desde o segundo semestre do ano passado. A novidade empolgou leitores, fãs, admiradores e todo meio informativo que visa divulgar e promover a leitura.


Se por um lado, hoje em dia, todo mundo pode vir a ser um jornalista, um comunicador e elaborar por si mesmo as próprias matérias, por outro, torna-se cada vez mais visível a falta de responsabilidade ao se transmitir uma informação. Esse ato se dá, muitas vezes, pela empolgação e a necessidade de se criar algum tipo de impacto. 

Na questão da Milena, a personagem que chegou chegando na turma da Mônica, chamou-me atenção a manchete equivocada que vem sendo compartilhada nas redes sociais. No vídeo, fiz uma observação a respeito, mas a verdade é que ninguém liga. Neste país, ninguém se interessa pela qualidade do que é noticiado. Perpetuam-se as 'fake news' e manchetes do órgão genital gigantesco do megatubarão. E fodam-se as verdades, as pesquisas científicas para saúde, as políticas para mais educação e segurança pública.


Aqui, as pessoas criticam programas como Big Brother, mas agem como verdadeiros cães vira-latas de rua (daqueles que ignoram o que é bom e passam o dia todo atrás de lixo e se lambuzando todo na carniça porque, afinal, é com isso que se sentem bem). A verdade é chata e até cruel, pois tira a gente da zona de conforto e no mostra espelhos que nos fazem enxergar o seres humanos doentes mentais que vamos nos tornando.

Parece que não tem problema algum colocar a manchete equivocada para criar impacto positivo, pois a própria MSP compartilhou a matéria, o que indica que ela ficou satisfeita, mesmo que não seja assim tão verdade. E está tudo bem! 

SQN!

Ainda sobre Milena

O que se espera é que ela venha atuante. A gente sabe que Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali sempre serão os principais. Entretanto, a expectativa é de que Milena apareça com frequência, da mesma forma que Anjinho, Xaveco, Jeremias, Titi, Luca, Denise, Dudu etc.

Por que não fazer uma menina nos mesmos moldes da Mônica e Magali? Qual o problema de colocar os mesmos tipos de pés e um vestido mais simples? Por que tem que parecer um pavão no desfile de carnaval? Alguém pode dizer: "Mas a Denise, a Dorinha, a Marina também usam calçados e possuem roupinha diferente às da Mônica e Magali." Pois é! E elas estão anos-luz de distância no quesito personagens carismáticos. E se for comparar com essas personagens, a Milena ainda tem a roupa mais bonita, o tênis mais lindo. Como assim? Por quê? Alguém me explica o motivo dessa diferenciação? Qual a necessidade de enfatizar que ela tem uma família? As outras crianças não têm? Do pouco que sei, como leitor desde os anos 80, todas elas têm família. Ah! O Chaves não tem! Mas o Chaves não é da MSP...


sábado, 12 de janeiro de 2019

Onde guardo minha coleção de gibi

Eu sou um leitor de gibi desde que me dou por gente. Minhas revistas são guardadas em diversos locais, como verão agora. Basicamente são formatinhos, aquele padrão bem simples que sempre foi vendido nas bancas desde os anos 70. O que predomina são Disney e Turma da Mônica, mas tenho uma variedade de "universos" de HQ - edições da Marvel e DC, Vertigo, Luluzinha, Bolinha, Brasinha, Recruta Zero e autores independentes que lutam pelo seu lugar ao Sol.
A primeira foto é de uma cômoda. Uma das gavetas serviu para acomodar um grande volume de formatinhos, formatões e encadernados de capa dura. Eu gosto de colocar o gibi deitado mesmo. fica mais prático para guardar e não tenho que me preocupar com aquele pó que se acumula na parte superior do gibi que é mantido o tempo todo na vertical. Sem falar que me dá um desespero, parece que ele vai cair, desmontar, que vai acontecer alguma coisa. Assim, dentro de uma gaveta, penso que estão muito bem guardados. Não entra barata, não entra traça e passo um pano levemente úmido de vez em quando para tirar a poeira e fazer tudo "respirar" um pouco (sim, mesmo com gaveta bem fechada, entra poeira).

A segunda foto é uma pequena parte da bela estante que tenho. Ela tem uma porta frágil de vidro fumê, por isso escolhi esse cantinho, pois a porta barra muito da poeira e da luz. Como podem ver, mais revistas deitadas. Aquela coleção vertical são os Clássicos da Literatura Disney. Não gosto de vê-lo assim, mas também não é o fim do mundo. Na verdade, eu li bem pouco desses volumes. Estão tão intactos que o cheiro de novo ainda existe.
Agora chegou a vez das caixas organizadoras. São uma maravilha! Não deixa pegar praticamente nada de poeira. Uma dica é evitar as que possuem tampa transparente. A primeira que adquiri foi essa com estampa do Batman, Superman e Lanterna Verde. Ela não é tão grande, mas acomodou mais de 300 gibis. Fiquei impressionado! A outra é tão comum que nem estampa tem. Lembra da tampa transparente? Ela tem, por isso eu a guardo em uma parte de pouca luz. Nunca as coloco diretamente no chão e nem encosto na parede, pois o plástico costuma "suar" e pode ser um perigo passar umidade para os gibis. A sorte é que aqui o clima é muito seco, um verdadeiro inferno de lugar (em todos os sentidos), então não preciso me preocupar com mofo, bolor ou algo similar. Isso não acontece aqui. Essa caixa é maior do que a dos super-heróis. Bem maior. Não contei quantas revistas eu guardei, mas acredito que foi o dobro. Ela ganha em praticidade, mas peca em mobilidade, pois fica muito pesada a ponto de você não poder movê-la de lugar sempre que quiser. Uma vez, quase quebrei o raio da tampa transparente ao tentar levantá-la, na inocência de que fosse resistir. A caixa dos super-heróis, apesar de ser menor, já possui mobilidade ideal para ficar aqui, ali, lá, no vizinho, na casa da mãe etc. Pense nisso, caso um dia pense em adquirir uma. Minha mãe, por exemplo, é um doce de pessoa. Eu a amo profundamente. Mas ela vive mudando os móveis de lugar. Essa caixa maior estaria toda quebrada se eu morasse com ela, de tanto que ela ia fuçar e colocar pra lá e pra cá.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

O incrível aumento de preço dos gibis da turma da Mônica


Coloco a capa da edição  deste mês  (Janeiro de 2019) da Magali porque me chamou a atenção o fundo totalmente branco. Fazia tempo que eu não via um gibi da MSP com esse fundo e uma arte um pouco mais simples. 

Porém, o encanto está só na capa. Esta revista da Magali tem o número 45 na capa, contém 68 páginas no total e o preço  de R$ 6,00. Isso mesmo! Se ainda encontrassemos conteúdo  bastante criativo, como eram muitas HQs da época da Abril e até  mesmo os dez primeiros anos da Globo, até convenceria a mim mesmo de que valeria a pena. Mas folheei a revista e não percebi nada demais. Uma HQ de abertura até  curta, com o Mingau. As demais são típicas dos miolos, ou seja, sem nada que possa nos estimular a pensar que valeu esse um real de aumento.

Folheei as demais mensais também, pois todas estão  com artes maravilhosas nas capas. O conteúdo de algumas é  bom, a arte é bonita, o acabamento é de primeira, mas nada tão  diferenciado que me fizesse ter vontade de adquirir uma. 

Eu tinha prometido a mim mesmo não  ficar elaborando postagens negativas, dar prioridade a qualquer outro assunto mais interessante do que ficar falando mal de algo. Porém, Eu me sinto indignado com esse aumento. Houve tempo em que ficávamos até 3 anos com o mesmo preço de capa. Quando subia, eram poucos centavos. Agora esse capitalismo anda tão descarado que já  aumentam habitualmente o preço, simplesmente por considerarem um tipo de padrão tal reajuste. E enquanto tiver quem pague, o gibi vai continuar aumentando de preço mesmo.

Há algum tempo, comprava-se um gibi da Mônica por R$ 1,99, ou seja, o troco de uma ida à  padaria. Hoje, esse mesmo gibi custa R$ 7,00, ou seja, 5 kg de açúcar, 2kg de feijão, quase 5kg de arroz. Fim do mundo! Lamentável  que neste país queira se elitizar tudo. Lamentável ver como o povo vem sendo explorado de toda as formas, em tudo. Lamentável! 

Desculpem o desabafo. 

sábado, 5 de janeiro de 2019

Falando da Magia do Caos - Conhecendo as origens

Na postagem anterior, procurei desmistificar/esclarecer alguns pontos sobre a Magia do Caos e como ela age. Agora desejo colocar algumas referências de estudo para quem considera importante conhecer as origens dessa prática que é considerada ocultista, esotérica e, na minha opinião, nada mais é do que um meio de trabalhar o poder da mente e o magnetismo, o que eu vejo como sendo uma espécie de lei de atração. 

Na Internet existem vários lugares informativos acerca do que vou colocar aqui. Caberá a você, leitor, obter o discernimento de saber se está colhendo suas 'infos' no local certo. Não darei o melzinho na colher de ninguém, pois eu mesmo não tive essa ajuda. O pouco que venho conseguindo de ajuda pessoal e autoconhecimento, tive que me virar para obter. Portanto, não pense que é fácil.

Aleister Crowley


A origem de todo esse conceito de Magia do Caos, para quem gosta de conhecer os primórdios, deve-se a um homem chamado Aleister Crowley, um ocultista que se aventurou nesse meio por pura afinidade, pois, ao contrário de muitos de nós, ele veio de berço de ouro e não chegou nesse caminho por causa da extrema necessidade de acontecer algo positivo em sua vida. 

Aleister Crowley foi dramaturgo, poeta, alpinista e um reconhecido jogador de xadrez. Aleister Crowley influenciou artistas bastante conhecidos. Raul Seixas, Alan Moore, Fernando Pessoa e David Bowie são exemplos que destaco, mas a lista é maior. Coloquei apenas nomes mundialmente conhecidos. 

Então é isso! Pesquise por Aleister Crowley, assim mesmo, colocando o nome dele no buscador mais famoso e potente que você conhece. E comece a estudar toda a vida dele.

Austin Osman Spare


Austin Osman Spare é outro nome que remete ao berço da Magia do Caos. Se você quis conhecer a vida e as particularidades de Aleister Crowley, recomendo que dê uma olhada em Austin, pois seus destinos se cruzaram em uma exposição de arte, já que Austin Osman Spare era um grande desenhista e pintor.

Uma mulher que se auto proclamava bruxa o iniciou nesse mundo de forças ocultas. Ela afirmava ser descendente de uma das bruxas de Salém e demonstrava pleno domínio em exercer atividades relacionadas a espíritos e muito do que se relacionava a esoterismo. 

Quando Austin conheceu Aleister, nenhum dos dois eram leigos nesse tipo de assunto. Aleister Crowley o levou para a Astrum Argentum, sua própria sociedade secreta de magistas e apreciadores do desenvolvimento espiritual, também conhecida como Estrela de Prata. Mas ele só fez isso porque apreciou muito o conhecimento que Austin tinha sobre símbolos, mensagens subliminares e manipulação do subconsciente. Com o tempo, o ego de Aleister começou a estranhar o de Austin, resultando em desentendimentos e desalinhamentos até que toda aquela amizade e cumplicidade não existisse mais. Os caminhos, antes interligados, então se separaram.  

Austin Osman Spare foi quem criou e desenvolveu a SIGILAÇÃO - a prática simples e eficaz mais conhecida da Magia do Caos.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Falando da Magia do Caos

Há muito tempo que desejava falar sobre a Magia do Caos, porém, acabava adiando o momento por pensar não ser adequado e porque havia uma dúvida se expor esse tema me faria algum mal. Certos assuntos são tabus em nossa sociedade. Preciso dizer que não sou o ser humano mais indicado para falar a respeito, pois nunca li grandes livros que ensinam o "beabá" dessa prática. Porém, já pratiquei o suficiente para compartilhar alguma coisa com propriedade, vez que a teoria é importante para fundamentarmos o solo em que estamos pisando, mas a experiência adquirida tem seu real valor. E é versando ele lado experimental que começo a explicar algumas coisas:

- Magia não é Harry Potter - aquele conceito de "plim" e a coisa acontece não é verdadeiro. Não assim, de forma tão instantânea. O fato é: você quer algo, então, precisa usar sua vibração para realizar seu pedido. Você fará com que sua própria energia magnética entre em sintonia com energias por aí, à sua volta, das pessoas envolvidas, do universo, enfim... Essas energias vão operando de tal forma que aconteça uma situação e depois outra, depois outra, até chegar naquela circunstância que seja capaz de atender ao seu pedido. Esse processo todo é invisível aos nossos olhos e acontece de forma tão sutil que chegamos a duvidar que nós tenhamos provocado. A verdade é que nunca saberemos até que ponto é possível mexer na realidade de um destino, de uma pessoa, pois essas energias desencadeadas agem por meio de casualidades e/ou coincidências que surgem. A questão é justamente essa: você nunca saberá se foi o responsável. Aquela magia notória que te dá um reconhecimento de poder acima de todos os mortais, pelo menos nesta vertente do caos, não rola. Sorry, babe!

- Magia não é ruim - durante muito tempo a magia foi associada às trevas, má sorte e forças malignas. Agora sabe-se que não é bem assim. Existem pessoas más em grandes religiões cristãs, pessoas más que simplesmente não têm religião nenhuma e pessoas más que adoram aquele que dizem ser "o lado negro da força". Então veja que pessoas más existem em todos os lugares. E a bruxa cristã, aquela que usa Deus Pai Todo-Poderoso para acabar com o próximo, não é menos poderosa àquela pagã. O que acontece é que há muito cristão que não move uma palha para si. Eles não clamam a Deus, não elevam seu pensamento, não movimentam suas energias ao Universo. Até um ateu costuma trabalhar melhor sua energia magnética. Imagine, então, aqueles que vão para outras vertentes religiosas e acabam se encontrando nelas... Por outro lado, há cristãos que são grandes magistas, pois exercem sua devoção com fé. A própria doutrina ensina os fiéis a realizarem ritual de magia. Escreva seu pedido em um papel. Se chorar ou suar na folha, melhor ainda, é a sua fé, a intensidade de sua necessidade que está impregnando no papel. Coloque aos pés daquela imagem de Nossa Senhora (ou o Santo que você tem apreço), reze Pai Nosso, Ave Maria ou simplesmente fale o que vier do seu coração. Pode chorar, é até melhor. Deixe o o papel escondidinho em baixo da imagem e espere o resultado com pensamento positivo, com toda a fé que você dispõe. Mas se quiser jogar fora, com medo de alguém ver, tudo bem. Você já fez tudo o que era necessário. Pode jogar fora como quiser, no lixo, no vaso sanitário, queimando, jogando em água corrente por aí etc. Isso se chama SIGILAÇÃO. É o ritual mais conhecido da Magia do Caos.

- Magia pode dar errado - sim, pode acontecer, embora seu magnetismo e sua disposição em focar no que é necessário digam mais do que suas palavras. A magia dá certo porque sua vibração, sua ação, sua dedicação e sua fé fizeram acontecer. Não adianta você conseguir detalhar com sucesso tudo o que deseja e, na hora de energizar seu pedido, você já está tão vazio que não tem mais disposição e nem vibração para energização. Sendo que a energização é o grande momento da jogada. Convém preocupar-se em externar menos o desejo (mas mantê-lo todo em sua mente) e energizar-se melhor. É a sua força mental e a força de sua disposição corporal que irão trabalhar as energias a seu favor. Não exatamente o que está escrito ou que foi dito. Mas não pule a etapa inicial, que é a de registrar seu desejo em palavras. Ela também é importante. Só não a leve ao extremo, pois precisará estar bem para a energização. Nada na Magia do Caos é garantido. Dependendo do que você fizer, seu desejo pode não ser atendido. Pode até acontecer uma situação tragicômica de você ser atendido pela metade, ou seja, você conseguiu o que pediu, mas veio junto algo inesperado que não foi bom. É por isso que não se deve brincar com magia. Você está mexendo com forças ocultas que estão à sua volta e vão por toda parte. Se você não sabe o que pedir ou como pedir, então é melhor não pedir. 

- Magia causa dependência - pode ser.... depois que você percebe que é um magista, ainda que pequenininho, se você gostou da experiência, você não vai querer parar. Mas não há nada de mau em parar com a magia. Nenhum ser invisível virá te buscar ou aborrecer tua vida (desde que você não esteja em dívida com nenhum deles). Eles não podem ter esse poder sobre você. E quem determina isso é você. Se você tiver medo, se ficar pensando que não pode abandonar a magia porque, caso faça, alguém irá te perseguir ou deixar sua vida de cabeça para baixo, isso irá acontecer, sim, pois você está facilitando, está mentalizando, projetando, prevendo e imaginando que tais situações venham à tona. Nesse caso, sua própria mente acaba se tornando o seu maior inimigo. Em uma determinada igreja, a qual me dediquei por alguns anos, havia uma lenda de que o membro que abandonasse a religião seria amaldiçoado por sete bestas. Era por isso que muita gente ficava acabada quando se afastava dessa igreja, pois as pessoas assimilavam aquela lenda. Mesmo a rejeitando, o subconsciente acaba registrando a informação. E é justamente o subconsciente a chave da magia.

- Magia vai me deixar rico - cuidado! Pare já com isso! Você está fazendo tudo errado! Não há nada demais em querer um dinheirinho e uma vida com menos preocupações, sacrifícios e frustrações. A questão é muito pessoal. Você quer praticar a Magia do Caos para ser rico? Eu não sei se é possível. O quanto é ser rico para você? E o quanto você está disposto a dar de si em troca? Sim, pois as energias não são burras. Elas não vão entregar-te um caminhão de dinheiro em troca de um mero ritual básico de sigilação, meu chapa. Acontecimentos bem sérios surgirão em sua vida. Você nunca saberá se terão ligação com a magia. Não subestime o universo. Em um caos, tudo pode acontecer.  Lembre-se: GRANDES PODERES, GRANDES RESPONSABILIDADES.

A Magia do Caos pode ser tão sutil que você não a notará durante o seu dia. Você não vai deixar de seguir suas vertentes de fé, embora seja inegável que terá uma visão diferente sobre espiritualidade, religiosidade, determinados aspectos da vida e das pessoas. Isso dependerá da pessoa, a vida dela e seu grau de evolução. A Magia do Caos, para mim, veio para me mostrar que posso exercitar a mente a meu favor. Algumas coisas são como são. Algumas coisas podem ser mudadas. 


terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Falando dos quadrinhos Disney na Culturama

"Culturama" é o nome do momento no reino dos nerds disneyenses da Internet. Isto porque a empresa revelou que assumiu as publicações dos formatinhos Disney que vinham sendo publicados pela Abril, desde 1950, interrompendo a produção em Julho desde ano (2018) de forma abrupta e sem muitas informações, lesando, na época, uma quantidade imensa de assinantes e vários colecionadores das verdadeiras pérolas que venha sendo publicadas em títulos encadernados de luxo.
A nova casa dessas revistinhas disneyenses já tem um site próprio e seu forte é o público bem infantil, aquele que está em fase pré-escolar ou já nos primeiros aninhos do ensino fundamental. Os produtos podem ser considerados educativos, de certa forma, pois desenhos para colorir e livros repletos de adesivos de determinado universo (Marvel, Disney, MSP etc.) são atividades para a criançada se divertir na companhia da família à base de muito carinho, alegria e incentivo dos pais e responsáveis. 

A Culturama parece um empresa muito séria que oferece ótima qualidade em sua linha de produção. Entretanto, devo confessar que nunca vi nada disponível em nenhum local na cidade em que moro. Eu ando a pé. Transito por vários tipos de ruas e estabelecimentos, dos mais humildes e simplórios aos mais refinados. Na verdade, não há muita diferença entre eles, a não ser a tal da estampa. Um lugar bonito, uma boa estrutura parece oferecer muito mais conforto aos clientes. Na prática, o que importa é o produto estar em boas condições. Tanto é que muitas livrarias estão fechando porque, em meio a crise que não acaba nunca, as pessoas descobriram que não precisam de tanto luxo. A Culturama era uma empresa anônima para nós, nerds disneyenses, moniquenses e marvelenses, até que essa notícia dos quadrinhos Disney subitamente veio à tona.

O Sr. Paulo Maffia está à frente dessa empreitada. Parece que seu cargo como editor não terá muita diferença do que ele já vinha desempenhando na Abril. Eu devo muito respeito a esse profissional que sempre me incentivou a fazer minhas postagens dos gibis que leio. Em nenhum momento sofri algum tipo de censura/represália da parte dele. Pelo contrário, recebi muito material de divulgação da Abril através dele. Muitos eu publicava o quanto fosse possível. Alguns vieram até com exclusividade, tamanho o carinho por minha pessoa. Então, eu não me sinto digno de me queixar do Sr. Paulo Maffia. 

O que acontece é que notei que ele tem alguns vícios de trabalho, fato comum em pessoas que desempenham a mesma função há décadas. Sério! É algo automático, de fato. Eu não gostaria que esse mesmo vício permanecesse. Portanto, eu não fiquei tão animado em vê-lo encabeçar essa nova fase de quadrinhos Disney, porque agora eu imagino que continuaremos com problemas nas lombadas das revistas, assim como páginas de miolo mal impressas, com linhas tracejadas borradas, desfocadas, duplicadas, cores desbotadas, scans de qualidade duvidosa sob o marketing de serem originais, re-re-republicações das HQs de sempre, títulos que são previstos para um respectivo mês e, dias depois, já aparecem com nova data por conta de imprevistos, sendo que cada edição sempre era imperdível ou tinha a melhor HQ de todos os tempos. Chegou a ponto de produzir um encadernado muito lindo que trazia uma ilustração clássica dos patos (por Carl Barks) na capa e o nome "Tesouros Disney". E o esquema era apresentar uma leva de HQs raras e notáveis, que eram consideradas um verdadeiro tesouro. O carro chefe foi "O Mona da Mandioca", quero dizer, "O Monarca de Medioka", que logo foi publicada NOVAMENTE no encadernado "Os Anos de Ouro de Mickey", de tão rara e notável que era.

Eu me sinto mal por apontar essas situações, pois, como disse, eu devo muito respeito ao Sr. Maffia e gosto muito dele. Sei da paixão que ele tem para com sua profissão e em momento algum coloco sua capacidade em cheque, muito pelo contrário. A Abril só teve a ganhar com seu trabalho experiente. Entretanto, são fatores que eu estava torcendo para que não se repetissem. O que eu percebo é que a equipe Abril foi transferida para a Culturama.

Aliás, esse é um ponto que observo: até que ponto uma editora de alto nível educativo, porém, desconhecida está aderindo a essa empreitada de forma autônoma e independente das demais. É comum que empresas grandes acabem fazendo determinados tipos de acordo com as menores, afim de que elas acolham seu material de trabalho que, por algum motivo, não podem mais continuar exercendo. Esse tipo de parceria acontece visando beneficiar ambos (Ah! Jura?). Assim como não me surpreende se a Culturama pertencer a alguém do grupo Abril ou da Panini, vez que esta ficou com os direitos dos encadernados de luxo, ou seja, todas as coleções podem ser retomadas pela Panini. 

As empresas grandes podem ser como polvos - dotadas de vários tentáculos projetados para os momentos de vacas magras e complicações, até mesmo para simular uma concorrência de fachada. É claro que tudo isso não passa de uma ideia da minha mente. Esta é uma questão que talvez jamais saberemos, pois não nos diz respeito, não altera em nada a vontade de alguém que deseja ler um quadrinho Disney, se é da Culturama, da Globo, da Panini, da Abril etc. Um bom exemplo é a turma da Mônica: começou na Abril, mudou de casa duas vezes e está tudo bem. 
Clique aqui e conheça a Culturama
Eu peço desculpas pela postagem não trazer uma paixão imediata. Convido todos a conhecerem o site da Culturama, que foi de onde retirei essas imagens. Se eu fosse criança, adoraria ganhar todas essas publicações, pois eu era exatamente um tiquinho de gente que adorava passatempos, colorir, aquarelar, colar figurinhas, e rabiscar. Hoje eu tenho 41 anos e não vejo mais esse mundo com tamanha empolgação. Minha vida tem mudado, as prioridades são outras. Para mim, tanto faz o modo como vão se resolvendo essas questões que  pautei. Tanto faz se teremos Disney. Essa efervescência de emoções (típico da mocidade) tem me deixado. 

Até a próxima postagem, pessoal! 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Falando dos novos títulos Bonelli para 2019

O editor da Mythos, Sr. Dorival Vitor Lopes, vem dando as cartas em novas postagem do TEX WILLER BLOG. Já em duas publicações recentes, vem mostrando a grade de publicações de todas os títulos desse próximo ano. Tudo muito bem organizado. Vale dar uma conferida nos seguintes links:



Destaco algumas novidades como "Tex Coleção" que não será mais cancelada, graças ao apelo de muitos leitores veteranos. Júlia Kendall ganhará novo formato. "Tex Deluxe", "Maxi Tex" e "Tex Willer" são três apostas promissoras.

"Tex Willer" foca em tramas com o Tex bem mais jovem. A revista terá 64 páginas, miolo em preto e branco e já será distribuída em Janeiro, por volta do dia 21.

"Maxi Tex" não traz muitas informações, apenas que será uma revista homônima à original italiana e por aqui será semestral. O n° 1 está previsto para 28 de Fevereiro. Há uma capa que informa 336 páginas. Acredito que seguirão da mesma forma por aqui.
 
"Tex Deluxe" é, digamos, um lançamento glamouroso. É uma coleção de luxo que trará uma bacana ilustração na lombada. O editor falou em dez histórias, mas sabemos que não é bem assim. Quando chegam ao final, pode ser que haja aquela surpresa de virem mais alguns volumes. Estão previstos quatro deles para 2019. O n° 1 ganha as bancas em 8 de Março.


E dois novos "universos" serão apresentados aos leitores bonellianos: "Dragonero" e "Um Rapaz no Faroeste".


"Dragonero" nos apresenta um guerreiro medieval que é amigo de um Ogro. Há vários personagens, cenário de fantasia, algo bem diferente do habitual mundo de bandido e mocinho à moda de antiga de Tex e das investigações criminais contemporâneas de Júlia. Esse gênero tem conquistado os leitores brasileiros. A arte é fantástica e o n° 1 chegará no primeiro dia de Fevereiro. Créditos são atribuídos a Luca Enoch e Stefano Vietti

"Um Rapaz no Faroeste", pelo que pesquisei, se entendi certo, é uma série fechada em 136 edições e atribui-se como a primeira obra escrita de Sergio Bonelli. Não se sabe quando a primeira edição ganhará as bancas.  Há créditos atribuídos a Guido Nolitta, Franco Bignotti e Giovanni Ticci.

Convido os leitores interessados a irem no TEX WILLER BLOG para saberem muito mais. As imagens desta postagem são meramente ilustrativas.


sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

"Laços" com Rodrigo Santoro bem Louco

O filme "Laços", da turma da Mônica, estreará em 27 de Junho de 2019. A divulgação tem sido frequente. Há sempre algo para mostrar ou contar. Desta vez, uma surpresa que me chamou a atenção e gostaria de compartilhar aqui é a de que o ator Rodrigo Santoro participará como o Louco.
Louco é um personagem que, como o próprio nome diz, não bate muito bem da cachola. Ele é veterano na turminha, sua primeira aparição foi na revista do Cebolinha n° 1, publicada pela editora Abril, em Janeiro de 1973. Seu nome real é Licurgo e tem muitos sobrenomes, mas, na real, não é importante saber disso, pois o nome dele, se não me engano, nunca foi citado, pois sempre ficou como Louco. 

Rodrigo Santoro é um ator de respeito que começou com pequenos trabalhos, aqui e ali, até conseguir oportunidades melhores. Focado em aprimorar-se cada vez mais, desafiou-se a atuar também no exterior, tendo conseguido papeis em produções bem conhecidas. Alguns exemplos: Lost (série), As Panteras Detonando, Westworld (série), 300 e 300 - A Ascensão do Império. No Brasil, interpretou a notável Ladi Di, do filme Carandiru, uma produção muito interessante baseada no livro Estação Carandiru, do Drauzio Varella, o qual tive o imenso prazer de ler. Ali eu percebi a versatilidade e a essência natural de um ator de verdade, aquele que procura mergulhar de cabeça em seu papel. Rodrigo fez um caminho que muitos julgavam impossível. Hoje ele é reconhecido internacionalmente e ainda tem as portas abertas, com todo prestígio, no Brasil.

Esse filme da Mônica está ficando cada vez mais interessante. Já tinha gostado de saber que Paulinho Vilhena e Monica Iozzi participariam. Monica fará a Dona Luísa, mãe da Mônica dos quadrinhos. E Paulinho, o Sr. Cebola, pai do Cebolinha. Tudo indica que essa produção será um grande acontecimento para o cinema brasileiro em 2019.